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06/06/2011

O maravilhoso mundo de desafios na divulgação de eventos culturais

Hebe Veiga

Jogo de cintura. Se você me perguntar qual é a característica indispensável a alguém que almeje fazer parte do fantástico mundo dos eventos culturais, eu diria, sem pestanejar: tem que saber rebolar. Ficar no meio do furacão, administrando a relação entre cliente e jornalista, essa é a nossa função básica. Somos a mão que balança o berço – e também a que segura a criança no colo, dá banho e comida, troca a fralda e ainda faz uma gracinha para, quem sabe, ganhar um sorriso no fim do dia.

Só que quando você está na linha de frente de um grande evento é preciso muito mais do que isso. Para início de conversa, a relação é aqui, agora. Face to face. Sem subterfúgios para dar aquela esfriada básica no calor do momento.

Você tem que enxergar além – além do problema que todo mundo vê, da pauta que todo mundo quer fazer. Você tem que pensar rápido. E ter discernimento para escolher se a hora certa de agir é ali, naquele exato momento, ou se não vale a pena respirar fundo e deixar tudo para o final.

Há de se ter sangue frio e nunca, em hipótese alguma, tirar o sorriso do rosto, mesmo que aquele show com 250 jornalistas na cobertura esteja apenas três horas atrasado porque o carro de som que vinha de São Paulo foi para a Bahia em vez de parar no Rio de Janeiro. A adrenalina vai lá em cima, lógico, mas quem mandou entrar nessa?

Só posso garantir que o preço que a gente paga é muito bem recompensado. Pela chance única de conhecer pessoas que realmente fazem a diferença e pelo privilégio de fazer parte de momentos que vão entrar para a história.

E, no mais, só para fechar esse artigo, pode relaxar: esse é um mundo onde você sempre acha que vai dar tudo errado, mas no final, por mais incrível que possa parecer, tudo dá (quase) sempre certo.


  • Gerente de comunicação
  • Formada em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica - PUC/RJ, trabalhou quatro anos como repórter de comportamento do RioShow, caderno de programação do O Globo. Na In Press desde 2000, é Gerente de Atendimento. Foi responsável pela coordenação de eventos culturais como shows de Paul McCartney (2010 e 2011), Radiohead (2009) e de Elton John  (2009); Claro Cine (2008); Copa da Cultura (Brasil e Alemanha, 2006); Espaço Brasil (Paris, 2005); Vivo Open Air 2005 - edições SP, RJ e Brasília; 13º Vitoria Cine Vídeo (2006); Mostra itinerante nacional Revelando os Brasis (2007); Claro que é Rock SP e RJ (2005); Exposição "Carmen Miranda para Sempre", edições RJ, SP e BA (2005/2006); 13º Vitória Cine Vídeo (2006); Rio International Cello Encounter (2006, 2007 e 2008); e exposição "Christo Redemptor", SESC-Rio/(2006). Atualmente é Gerente de Atendimento da Orquestra Sinfônica Brasileira, da holding digital do Grupo RBS, da BHG e da HUGE.

     

     

  • Hebe Veiga

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